Archive for the ‘Evangelismo’ Category

Ação Evangelística na Parada Gay

setembro 9, 2011

A idéia de nós cristãos irmos até a Parada da Diversidade LGBT de Curitiba é cumprir o Ide de Jesus. Ano passado eu fui incomodado por Deus, exatamente no dia da Parada. Neste dia, um homossexual foi à Igreja Batista do Hauer, onde frequento. Estava bem revoltado, não queria conversa, nem a oração de ninguém, mas uma irmã da igreja insistiu e orou por Ele. No final da oração, Deus abriu a visão dele, mudado completamente, entrou e ouviu toda mensagem. Durante a mensagem Deus estava me incomodando a falar algo naquele culto em relação à parada, pois a mensagem se encaixava muito bem com tal assunto e como Deus já tinha me incomodado anteriormente não estava mto sossegado. Porém não falei coisa alguma, mas o homossexual sim e Deus o usou de forma impactante. Ele foi a frente, pediu um instante para falar e fez o apelo para que algum evangelista tomasse a iniciativa de ir até a Parada Gay, pois a consciência dele tinha sido aberta por Deus, naquela manhã a ponto dele falar a todos que a alegria que ele viveu todos aqueles anos era uma mentira. Reconheceu que tudo aquilo que os cristãos diziam a ele era verdade. Foi bem direto ao afirmar também que tal festa é liderada pelo Diabo. Fui muito impactado por estas palavras então ficou claro que realmente era Deus me chamando para ir até lá. Peguei um cartaz que tinha em casa, chamei uma amiga e fui. Chegando lá encontrei o pessoal da Jocum do Carmo (Vidart) já demonstrando amor ao cuidar de uma menina, menor de idade, que estava muito mal por ter exagerado na bebida. Nos unimos aos jocumeiros e levamos o amor de Cristo. Eles tinham uma faixa escrita: “Vinde a mim os que estão cansados e oprimidos que eu vos aliviarei.”, porém tinham pouquíssimos folhetos. Eu tinha muitos folhetos, mas poucas mãos e o cartaz para segurar. Então nos ajudamos. No cartaz estavam escritas as seguintes frases: “Jesus ama os homossexuais” e “Jesus sempre amará vocês”. Muitos dos que viram o cartaz gostaram muito, pediram para tirar foto, pude dialogar muito com vários deles e tentar deixar o mais claro possível a mensagem do Evangelho dentro do que eles perguntavam e do que eu conhecia. No fim da marcha pensei: Para o ano é possível fazer mais!!

Então setembro chegou e para este ano não deixarmos para última hora, já estamos organizando as coisas. A proposta não muda, mostrar o amor de Cristo aos homossexuais, lésbicas, travestis e simpatizantes. A idéia é levar a mensagem central do evangelho, o primeiro mandamento: o amor. Trabalharemos isto nas nas camisetas, nas faixas, nos adesivos, nos cartazes, nos flyers, no grafitte, no malabares, na atitude de entregar água para quem estiver com sede, na voz e no coração. Decidimos que a mensagem principal a ser abordada no dia vai ser o evangelho de salvação, não de condenação. Eles já estão cheios de serem condenados pelos cristãos. Ira ser uma oportunidade de pedir perdão pela homofobia e intolerância da Igreja de Cristo. Ao ser abordados pediremos então perdão em nome da Igreja por tal atitude. Evitaremos qualquer forma de conflito ao máximo, sem de maneira alguma pregar o evangelho pela metade e deixando claro que todos são pecadores, mas que Jesus Cristo está de braços abertos para acolhe-los.

A marcha acontecerá no domingo dia 25/9 à partir das 13:00 hrs, mas a partir das 9:00 até às 11:00 acontecerá um encontro para combinarmos como será a ação.(Local: Rua Napoleão Laureano 269 – Boqueirão Perto do terminal do Carmo.) Enquanto refletia na mensagem que estava sendo pregada lá na minha igreja no último domingo a noite, veio à mim a idéia de fazer uma vigília em prol desta ação. Então no dia 16 para o dia 17 ela será feita da 00:00 até às 6:00. Será numa igreja central que esta em breve irei confirmar. (Comunidade Evangélica de Curitiba ou Comunidade Luterana Redentor).

Todo conselho, apoio e oração é bem vinda! Creio que alguns versículos são importante para meditamos quanto ao que faremos:

“Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.” 1 Cor.1:10

“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” 1 Cor.1:18

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” João 3:17.

e Mateus 25:35 à 45 (O que fazemos aos pequeninos fazemos a Jesus Cristo)

Qualquer duvida ou informação entre em contato no e-mail abaixo!

Um abraço André Belletti Romero – andrebelletti@hotmail.com

Músicas do Mundo que me Edificam – #01 – Cidadão de papelão – O Teatro Mágico

maio 5, 2011

Dae Jovens da IBH!!

Tudo na paz??

Bom, inspirado no blog www.crentassos.com resolvi começar aqui uma série de posts sobre músicas seculares, mas que falam muito as nossas vidas. Espero que gostem!! ^^

Para começar resolvi escolher uma música que traz alguma mensagem a toda sociedade, inclusive à Igreja. Esta música do Teatro Mágico fala de um problema social sério. Alerta sobre aquelas pessoas que estão nas ruas lutando pra sobreviver e que muitas das vezes são ignoradas pela sociedade. As pessoas fingem não ver, gerando assim o sentimento de ódio ou afastamento nelas. Cristo nos manda amar todas as pessoas. É muito mais cômodo dizer que não tem dinheiro, fechar o vidro do carro e continuar na correria, do que parar, pagar um lanche para a pessoa e tirar um tempo para conversar com ela. As vezes é tudo que ela precisa naquele dia: ATENÇÃO. Não devemos tratar eles como marginalizados, mas sim como pessoas iguais a nós que precisam de amor como qualquer outra pessoa.

André Belletti Romero

Bicicletada Curitiba!!!

março 26, 2011

A todos que tem a manhã do último sábado do mês livre e gosta de pedalar lá vai uma dica:

P.O.D. em Curitiba – Informações

março 19, 2011
LOCAL:
Curitiba Master Hall
  ENDEREÇO:
Rua Itajubá,143 – Portão
  DATA:
19/04/2011
Telefone para Informações (41) 3315-0808
HORÁRIO DE ABERTURA DA CASA: 21 Hrs 
CLASSIFICAÇÃO: 16 Anos
Entre 14 e 15 Anos entra com os pais ou com responsável legal (maior de 21 Anos) munido de autorização registrada em cartório e documento com foto de ambos
Entre 12 e 13 Anos entra somente acompanhado dos pais

Menores de 12 Anos NÃO ENTRAM

ÁREA VIP, MESA E CAMAROTE, VALORES – EM BREVE 
Pista (Inteira) 1º Lote – R$ 64,00 
Pista (Meia Entrada) 1º Lote – R$ 34,00
Pista Promocional (Com a doação de 1Kg de alimento) 1º Lote – R$ 34,00
 Clique aqui para saber mais.

No Carnaval, qual a melhor opção? Ir para retiros de carnaval ou ir para onde as pessoas sem Cristo estão?

março 4, 2011

Pensem e coloquem a opinião de vocês!!

Quando a Cultura Vira Evangelho

fevereiro 25, 2011
Por Augustus Nicodemus Lopes
O relacionamento dos cristãos com a cultura na qual estão inseridos sempre representou um grande desafio para eles. Opções como amoldar-se, rejeitar a cultura, idolatrá-la ou tentar redimi-la têm encontrado adeptos em todo lugar e época. Em nosso país, com uma cultura tão rica, variada e envolvente, o desafio parece ainda maior nos dias atuais. Como aqueles que crêem em Jesus Cristo e adotam os valores bíblicos quanto à família, trabalho, lazer, conhecimento e as pessoas em geral podem se relacionar com esta cultura?
Existem muitas definições disponíveis e parecidas de cultura. No geral, define-se como o conjunto de valores, crenças e práticas de uma sociedade em particular, que inclui artes, religião, ética, costumes, maneira de ser, divertir-se, organizar-se, etc.
Os cristãos acrescentam um item a mais a qualquer definição de cultura, que é a sua contaminação. Não existe cultura neutra, isenta, pura e inocente. Ela reflete a situação moral e espiritual das pessoas que a compõem, ou seja, uma mistura de coisas boas decorrentes da imagem de Deus no ser humano e da graça comum, e coisas pecaminosas resultantes da depravação e corrupção do coração humano. Toda cultura, portanto, por mais civilizada que seja, traz valores pecaminosos, crenças equivocadas, práticas iníquas que se refletem na arte, música, literatura, cinema, religiões, costumes e tudo mais que a compõe.
Deste ponto de vista a definição de cultura é bem próxima à definição que a Bíblia dá de “mundo,” a saber, aquele sistema de valores, crenças, práticas e a maneira de viver das pessoas sem Deus. Poderíamos dizer que “mundo” compreende os traços da cultura humana que refletem a sua decadência moral e espiritual e seu antagonismo contra Deus.
De acordo com João as paixões carnais, a cobiça e a arrogância do homem marcam o mundo. Como tal, o mundo é frontalmente inimigo de Deus e os cristãos não devem amá-lo:
1João 2:15-16 – “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.”
Tiago vai na mesma linha:
Tiago 4:4 – “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”.
Escrevendo aos romanos, Paulo os orienta a não se moldarem ao presente século – um conceito escatológico do mundo presente, debaixo da lei e do pecado e caminhando para seu fim:
Romanos 12:2 – “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
O próprio Jesus ensinou que o mundo o odeia e odeia aqueles que são seus dicípulos, pois não são do mundo:
João 15:18-19 – “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia”.
Não é de se estranhar, portanto, que aqueles cristãos que levam a Bíblia a sério sempre tiveram uma atitude, no mínimo, cautelosa em relação à cultura, por perceberem nela traços da corrupção humana – ou seja, do mundo.
Ao mesmo tempo em que a Bíblia define o mundo de maneira negativa, ela admite que existem coisas boas na sociedade em decorrência do homem ainda manter a imagem de Deus – em que pese a Queda – e em decorrência de Deus agir na humanidade em geral de maneira graciosa. Deus concede às pessoas, sendo elas cristãs ou não, capacidade, habilidades, perspicácia, criatividade, talentos naturais para as artes em geral, para a música – enfim, aquilo que chamamos de graça comum. É interessante que os primeiros instrumentos musicais mencionados na Bíblia aparecem no contexto da descendência de Caim (Gênesis 4:21) bem como os primeiros ferreiros (4:22) e fazedores de tendas (4:20). Paulo conhecia e citou vários autores da sua época, que certamente não eram cristãos (Epimênides, Tt 1:12; Menander, 1Cor 15:32; Aratus, Acts 17:28). Jesus participou de festas de casamento (João 2) e Paulo não desencorajou os crentes de Corinto a participar de refeições com seus amigos pagãos, a não ser em alguns casos de consciência (1Co 10:27-28).
Portanto, a grande questão sempre foi aquela do limite – onde eu risco a linha de separação? Até que ponto os cristãos podem desfrutar deste mundo, até onde podem se amoldar à cultura deste mundo e fazer parte dela?
Dá para ver porque ao longo da história a Igreja cristã foi considerada algumas vezes como obscurantista, reacionária, um gueto contra-cultural. Nem sempre os seus inimigos perceberam que os cristãos, boa parte do tempo, estavam reagindo ao mundo, àquilo que existe de pecaminoso na cultura, e não à cultura em si. Quando missionários cristãos lutam contra a prática indígena de matar crianças, eles não estão querendo acabar com a cultura dos índios, mas redimi-la dos traços que o pecado deixou nela. Eles estão lutando contra o mundo. Quando cristãos criticam Darwin, não estão necessariamente deixando de reconhecer sua contribuição para nosso conhecimento dos processos naturais, mas estão se posicionando contra a filosofia naturalista que controlou seu pensamento. Quando torcem o nariz para Jacques Derrida, não estão negando sua correta percepção das ambigüidades na linguagem, mas sua conclusão de que não existe sentido num texto. Gosto de Jorge Amado mas abomino seu gosto pela pornografia,
Por ignorarem ou desprezarem a presença contaminadora do mundo na cultura é que alguns evangélicos identificam a cultura como a expressão mais pura e autêntica da humanidade. Assim, atenuam – e até negam – a diferença entre graça comum e graça salvadora, entre revelação natural e revelação especial. Evangelizar não é mais chamar as pessoas ao arrependimento de seus pecados – refletidos inclusive em suas produções culturais, poéticas, artísticas e musicais – mas em afirmar a cultura dos povos em todos os seus aspectos. O Reino de Deus é identificado com a cultura. Não há espaço para transformação, redenção, mudança e transformação – fazê-lo seria mexer com a identidade cultural dos povos, a sua maneira de ser e existir, algo que com certeza deixaria antropólogos de cabelo em pé.
A contextualização sempre foi um desafio para os missionários e teólogos cristãos. De que maneira apresentar e viver o Evangelho em diferentes culturas? Pessoalmente, acredito que há princípios universais que transcendem as culturas. Eles são verdadeiros em qualquer lugar e em qualquer época. Adultério, por exemplo, é sempre adultério. Pregar o Evangelho numa cultura onde o adultério é visto como normal significa identificá-lo como pecado e lutar contra ele, buscando redimir os adúlteros e adúlteras e restaurar os padrões bíblicos do casamento e da família. Enfim, redimir e transformar a cultura, fazê-la refletir os princípios do Reino de Deus.
Nem sempre isto é fácil e possível de se fazer rapidamente. Missionários às tribos africanas onde a poligamia é vista como normal que o digam. O caminho possível tem sido tolerar a poligamia dos primeiros convertidos, para não causar um problema social grave com a despedida das esposas. Mas a segunda geração já é ensinada o padrão bíblico da monogamia.
É preciso reconhecer que nem sempre os cristãos conseguiram perceber a distinção entre mundo e cultura. Historicamente, grupos cristãos têm sido contra a ciência, a arte, a música e a literatura em geral, sem fazer qualquer distinção. Todavia, estes grupos fundamentalistas não representam a postura cristã para com a cultura e nem refletem o ensino bíblico quanto ao assunto. Os reformados, em particular, caracteristicamente sempre se mostraram sensíveis às artes e viam nelas uma manifestação da graça comum de Deus à humanidade. Apreciavam a pintura, a música, a poesia e a literatura. Entre eles, temos os puritanos. Cabe aqui a descrição que C. S. Lewis fez deles:
Devemos imaginar estes puritanos como o extremo oposto daqueles que se dizem puritanos hoje. Imaginemo-los jovens, intensamente fortes, intelectuais, progressistas, muito atuais. Eles não eram avessos a bebidas com álcool; mesmo à cerveja, mas os bispos eram a sua aversão. Puritanos fumavam (na época não sabiam dos efeitos danosos do fumo), bebiam (com moderação), caçavam, praticavam esportes, usavam roupas coloridas, faziam amor com suas esposas, tudo isto para a glória de Deus, o qual os colocou em posição de liberdade. (…) [Os puritanos eram] jovens, vorazes, intelectuais progressistas, muito elegantes e atualizados … [e] … não havia animosidade entre os puritanos e humanistas. Eles eram freqüentemente as mesmas pessoas, e quase sempre o mesmo tipo de pessoa: os jovens no movimento, os impacientes progressistas exigindo uma “limpeza purificadora”.[1]
O grande desafio que Jesus e os apóstolos deixaram para os cristãos foi exatamente este, de estar no mundo, ser enviado ao mundo, mas não ser dele (Jo 17:14-18). Implica em não se conformar com o presente século, mas renovar-se diariamente (Rm 12:1-3), de não ir embora amando o presente século, como Demas (2Tm 4:10). É ser sal e luz.
Para os que deixam de levar em conta a presença da corrupção humana na cultura, os poetas, músicos, artistas e cientistas se tornam em sacerdotes, a produção deles em sacramento e costurar e tecer em evangelização.
NOTA
[1] Citado por Douglas Wilson em “O Puritano Liberado,” Jornal Os Puritanos 5/1 (1997) e por L. Ryken, Santos no Mundo, pp. 19, 177.

***
Postado originalmente no O Tempora, O Mores, um dos blogs mais relevantes de teologia reformada.

Retirado do: http://www.pulpitocristao.com/2011/02/quando-cultura-vira-evangelho.html

“Não Existe Uma Igreja Assim…”

dezembro 21, 2010

Meu amigo Tony Campolo […] se encontrava em um local que tinha um fuso horário bem diferente e não conseguia dormir. Então, bem depois da meia-noite saiu perambulando até chegar a uma confeitaria. Algumas prostitutas locais também ali entraram no meio da madrugada, depois de suas atividades habituais. Lá ele não pôde evitar de ouvir uma conversa entre duas delas. Uma, chamada Agnes, disse à outra: “Sabe de uma coisa? Amanhã é meu aniversário. Vou fazer 39 anos. […] Nunca tive uma festa de aniversário em toda minha vida […].

Quando saíram, Tony teve uma idéia. Perguntou ao proprietário da confeitaria se Agnes ia lá todas as noites, e, quando ele disse que sim, convidou-o a participar de uma conspiração para organizar uma festa surpresa. Até a esposa do proprietário se envolveu. Juntos, arrumaram um bolo, velas de aniversário e decoração para que festejassem com Agnes, que para Tony não passava de uma completa estranha. Na noite seguinte, quando ela entrou, todos gritaram: “Surpresa! Surpresa!” – e Agnes não podia acreditar no que seus olhos estavam vendo. Os fregueses da confeitaria cantaram e ela começou a chorar tanto que mal conseguiu soprar as velinhas. […] Em seguida, ela saiu carregando seu bolo como se fosse um tesouro.

Tony conduziu os convidados em um momento de oração por Agnes e o proprietário da loja disse que não fazia a menor idéia de que Tony fosse um pregador e pastor. E então perguntou a Tony de que tipo de igreja ele era. Tony respondeu que era de uma igreja em que se dão festas de aniversário para prostitutas às 3:30 horas da madrugada. O homem não podia acreditar. “Não, isso não é possível. Não existe uma igreja assim. Se existisse, eu me juntaria a ela. É, com certeza eu faria parte de uma igreja desse tipo”.

Extraído do Livro A Mensagem secreta de Jesus, de Brian McLaren

VIA

Um Carnaval Que Nunca Passa

novembro 4, 2010

Retirado do blog do Lucas Mota

Eu sei que já passamos o carnaval mas o que vou escrever aqui vale ser lembrado o ano todo. [Estamos mais perto do próximo pra falar a verdade]
Gostaria de deixar tudo muito bem explicado aqui visto que por frases isoladas minhas várias pessoas tomaram para si uma interpretação completamente errônea em relação ao que eu realmente penso sobre os acampamentos/retiros de carnaval que as igrejas insistem em fazer todos os anos.

Antes de mais nada queria deixar bem claro que passei minha vida inteira indo a acampamentos/retiros (e vou até hoje) então eu sei bem do que eu estou falando. Isso não é só um texto revoltado sobre um tema que eu mal conheço, eu realmento vivi isso a minha vida toda, o que me dá mais segurança para fazer certas afirmações aqui.
Sou totalmente a favor desses eventos contanto que sua real proposta seja sincera e não camuflada, ou seja, não me venham com desculpas esfarrapadas de se fazer evangelismo quando há um limite de não-cristãos que podem ser inscristos nisso.

Mas seja como for valorizo muito esse tipo de evento e na minha opinião, o principal motivo é a diversão e integração (ou “comunhão”, falando em nosso evangeliquês ridículo).
Em segundo plano eu colocaria as palestras (ou “ministrações”), isso quando elas realmente tem algo de interessante e não quando se trata apenas de proibir o bando adolescente de se masturbar ou ficar dando aulas de biologia.
Não vou nem entrar no mérito da programação em si por dois motivos:
1) Cada igreja faz de um jeito e seria impossível escrever todas as possibilidades aqui;
2) Meu objetivo nesse artigo é outro.

Acho que ficou claro o que eu penso sobre acampamentos em geral. Vamos nos concentrar agora em acampamentos feitos na época do carnaval.
Sou totalmente contra esse tipo de coisa. Temos 365 dias por ano onde sempre temos vários feriados prolongados onde poderiam ser feitos nossos acampamentos e escolhemos justo a data mais crítica do nosso país?
Nessa época a quantidade de pessoas morrendo de overdose e entrando em depressão é absurda.
Apesar da Globo insistir em nos mostrar o oposto é nessa época que as pessoas ficam mais solitárias e mais se sentem mal consigo mesmas.
Resumindo, é nessa época em que as pessoas mais precisam de um ombro amigo e de alguém pra bater um papo e enquanto isso insistimos em levar aqueles que serviriam muito bem pra isso pro local mais longe o possível das festas de carnaval. Na maioria dos casos por medo de que nossos jovens sejam influenciados pelo lado negro da força.

Como somos patéticos. Por acaso a nossa fé não vale nada? É exatamente isso que estamos dizendo com essa fuga toda.
Pra mim a fé é coisa séria. Não trato ela como se fosse algo frágil que fosse se quebrar a qualquer momento e muito menos como se fosse um ser completamento retardado a ponto de não saber discernir sobre as coisas que me fariam bem ou não.

Por que ainda insistimos em nos esconder no meio do mato quando cinco minutos da nossa atenção poderiam salvar pessoas da depressão ou até mesmo da morte?
Por que é tão difícil entender e respeitar as diferenças de nossos irmãos?
Por que temos a tendência a achar que ninguém é nosso irmão?
Por que Paulo escreveu tudo isso em todas as suas cartas mas ainda não entendemos nem uma vírgula do que ele quis dizer?

Essas são questões que gritam dentro de nós o quanto ainda somos imaturos. E é por isso que ainda corremos pra nos esconder no meio do mato.

Obs. Postei este texto no blog dos adolescentes e agora posto no blog dos jovens… Postei porque faz algum tempo que venho pensado sobre isto e como todas as outras igrejas, a nossa igreja também sempre tem feito retiro de carnaval. Paremos para refletir: “Enquanto o mundo se mata, as igrejas se isolam em retiros de carnaval”

Quem Vai Nos Ajudar?

outubro 24, 2010

Postado no blog do Lucas Mota

Hoje, como é de costume em todas as quintas, saí bem cedo com alguns companheiros para o CEASA. Todas as semanas vamos até lá na esperança de conseguirmos algumas doações em alimentos para a base. Uma maneira barata (só gastamos com combustível) e razoável para conseguirmos completar uma alimentação básica para aguentar nossos trabalhos do dia a dia.
Não há muito o que se fazer em uma situação dessas. Sempre andamos entre as grandes distribuidoras e comerciais de alimentos sem mencionar nas duas grandes feiras que acontecem diariamente por lá.
Não é preciso dizer que recebemos muitos “nãos” e, como se não bastasse, temos muita “concorrência”. Ao que parece não somos os únicos que usam essa ferramenta para melhorar a alimentação.
Nem sempre ganhamos tudo o que precisamos/queremos e quase sempre ganhamos muito de algo que nem precisamos muito.
Hoje não foi diferente. Dentre tudo o que ganhamos se destacou a grande quantidade de bananas.
Tínhamos mais do que o suficiente para duas semanas mas o que foi marcante no dia de hoje não foi a quantidade de bananas mas sim uma figura que conheci por lá.
Era um cara mais ou menos da minha altura com uma barba notavelmente maior que a minha e longos dredlocks.
Ele também não estava lá por ambição própria mas sim para uma instituição rastafari pela qual trabalha de tempo integral.
Em meio a nossa rápida conversa perguntei se ele gostaria de ficar com algumas bananas (já que ele não tinha conseguido nenhuma). Ele humildemente aceitou e logo em seguida nos ofereceu algumas cenouras.
Após a singela ajuda mútua comentei com ele que em um mundo em que vemos tantas guerras ao mesmo tempo como por exemplo a que está prestes a estourar nas Coréias (ou mesmo sem ir muito longe podemos ver guerras idiotas acontecendo a todo instante nas ruas do nosso país) é bom ver duas criaturas tão diferentes como ele e eu, desde do ponto de vista religioso até o musical passando pela própria compreensão do que é certo, se ajudando desprentenciosamente.
Lembro de terminar com a frase: “Se nós não nos ajudarmos quem vai nos ajudar? Esses políticos?”
Que isso faça com que você repense a maneira pela qual você olha para os outros, principalmente para aqueles que considera extremamente diferentes de você.
Em tempos tão trubulentos não podemos esperar a paz dos lugares óbvios ou a ajuda de quem pode nos ajudar. Com exceção de Deus e de alguns poucos poderosos (e quando digo poucos entenda uns dois ou três no máximo) os únicos que podem nos ajudar são uma pequena parcela dos que estão sofrendo conosco porque o restante dos sofredores está tendando nos tirar o que já conseguimos.

Celebre a paz quando encontrá-la, se não a encontrar, faça!

Eu amei um Homossexual!!

setembro 29, 2010

“Eu não tenho problema algum em subir em um púlpito para dizer em alta voz que eu já amei, e ainda amo um homossexual, isso porque eu conheci um cara que não teve vergonha de subir nu em uma cruz, só para dizer que ama os homossexuais, os pedófilos, as prostitutas, os ladrões, os drogados, entre outros pecadores como eu e você.”

Leia o texto inteiro:

http://solomon1.com/a/2010/25/eu-amei-um-homossexual/