Archive for the ‘Musica’ Category

Músicas do Mundo que me Edificam – #01 – Cidadão de papelão – O Teatro Mágico

maio 5, 2011

Dae Jovens da IBH!!

Tudo na paz??

Bom, inspirado no blog www.crentassos.com resolvi começar aqui uma série de posts sobre músicas seculares, mas que falam muito as nossas vidas. Espero que gostem!! ^^

Para começar resolvi escolher uma música que traz alguma mensagem a toda sociedade, inclusive à Igreja. Esta música do Teatro Mágico fala de um problema social sério. Alerta sobre aquelas pessoas que estão nas ruas lutando pra sobreviver e que muitas das vezes são ignoradas pela sociedade. As pessoas fingem não ver, gerando assim o sentimento de ódio ou afastamento nelas. Cristo nos manda amar todas as pessoas. É muito mais cômodo dizer que não tem dinheiro, fechar o vidro do carro e continuar na correria, do que parar, pagar um lanche para a pessoa e tirar um tempo para conversar com ela. As vezes é tudo que ela precisa naquele dia: ATENÇÃO. Não devemos tratar eles como marginalizados, mas sim como pessoas iguais a nós que precisam de amor como qualquer outra pessoa.

André Belletti Romero

P.O.D. em Curitiba – Informações

março 19, 2011
LOCAL:
Curitiba Master Hall
  ENDEREÇO:
Rua Itajubá,143 – Portão
  DATA:
19/04/2011
Telefone para Informações (41) 3315-0808
HORÁRIO DE ABERTURA DA CASA: 21 Hrs 
CLASSIFICAÇÃO: 16 Anos
Entre 14 e 15 Anos entra com os pais ou com responsável legal (maior de 21 Anos) munido de autorização registrada em cartório e documento com foto de ambos
Entre 12 e 13 Anos entra somente acompanhado dos pais

Menores de 12 Anos NÃO ENTRAM

ÁREA VIP, MESA E CAMAROTE, VALORES – EM BREVE 
Pista (Inteira) 1º Lote – R$ 64,00 
Pista (Meia Entrada) 1º Lote – R$ 34,00
Pista Promocional (Com a doação de 1Kg de alimento) 1º Lote – R$ 34,00
 Clique aqui para saber mais.

Quando a Cultura Vira Evangelho

fevereiro 25, 2011
Por Augustus Nicodemus Lopes
O relacionamento dos cristãos com a cultura na qual estão inseridos sempre representou um grande desafio para eles. Opções como amoldar-se, rejeitar a cultura, idolatrá-la ou tentar redimi-la têm encontrado adeptos em todo lugar e época. Em nosso país, com uma cultura tão rica, variada e envolvente, o desafio parece ainda maior nos dias atuais. Como aqueles que crêem em Jesus Cristo e adotam os valores bíblicos quanto à família, trabalho, lazer, conhecimento e as pessoas em geral podem se relacionar com esta cultura?
Existem muitas definições disponíveis e parecidas de cultura. No geral, define-se como o conjunto de valores, crenças e práticas de uma sociedade em particular, que inclui artes, religião, ética, costumes, maneira de ser, divertir-se, organizar-se, etc.
Os cristãos acrescentam um item a mais a qualquer definição de cultura, que é a sua contaminação. Não existe cultura neutra, isenta, pura e inocente. Ela reflete a situação moral e espiritual das pessoas que a compõem, ou seja, uma mistura de coisas boas decorrentes da imagem de Deus no ser humano e da graça comum, e coisas pecaminosas resultantes da depravação e corrupção do coração humano. Toda cultura, portanto, por mais civilizada que seja, traz valores pecaminosos, crenças equivocadas, práticas iníquas que se refletem na arte, música, literatura, cinema, religiões, costumes e tudo mais que a compõe.
Deste ponto de vista a definição de cultura é bem próxima à definição que a Bíblia dá de “mundo,” a saber, aquele sistema de valores, crenças, práticas e a maneira de viver das pessoas sem Deus. Poderíamos dizer que “mundo” compreende os traços da cultura humana que refletem a sua decadência moral e espiritual e seu antagonismo contra Deus.
De acordo com João as paixões carnais, a cobiça e a arrogância do homem marcam o mundo. Como tal, o mundo é frontalmente inimigo de Deus e os cristãos não devem amá-lo:
1João 2:15-16 – “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.”
Tiago vai na mesma linha:
Tiago 4:4 – “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”.
Escrevendo aos romanos, Paulo os orienta a não se moldarem ao presente século – um conceito escatológico do mundo presente, debaixo da lei e do pecado e caminhando para seu fim:
Romanos 12:2 – “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
O próprio Jesus ensinou que o mundo o odeia e odeia aqueles que são seus dicípulos, pois não são do mundo:
João 15:18-19 – “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia”.
Não é de se estranhar, portanto, que aqueles cristãos que levam a Bíblia a sério sempre tiveram uma atitude, no mínimo, cautelosa em relação à cultura, por perceberem nela traços da corrupção humana – ou seja, do mundo.
Ao mesmo tempo em que a Bíblia define o mundo de maneira negativa, ela admite que existem coisas boas na sociedade em decorrência do homem ainda manter a imagem de Deus – em que pese a Queda – e em decorrência de Deus agir na humanidade em geral de maneira graciosa. Deus concede às pessoas, sendo elas cristãs ou não, capacidade, habilidades, perspicácia, criatividade, talentos naturais para as artes em geral, para a música – enfim, aquilo que chamamos de graça comum. É interessante que os primeiros instrumentos musicais mencionados na Bíblia aparecem no contexto da descendência de Caim (Gênesis 4:21) bem como os primeiros ferreiros (4:22) e fazedores de tendas (4:20). Paulo conhecia e citou vários autores da sua época, que certamente não eram cristãos (Epimênides, Tt 1:12; Menander, 1Cor 15:32; Aratus, Acts 17:28). Jesus participou de festas de casamento (João 2) e Paulo não desencorajou os crentes de Corinto a participar de refeições com seus amigos pagãos, a não ser em alguns casos de consciência (1Co 10:27-28).
Portanto, a grande questão sempre foi aquela do limite – onde eu risco a linha de separação? Até que ponto os cristãos podem desfrutar deste mundo, até onde podem se amoldar à cultura deste mundo e fazer parte dela?
Dá para ver porque ao longo da história a Igreja cristã foi considerada algumas vezes como obscurantista, reacionária, um gueto contra-cultural. Nem sempre os seus inimigos perceberam que os cristãos, boa parte do tempo, estavam reagindo ao mundo, àquilo que existe de pecaminoso na cultura, e não à cultura em si. Quando missionários cristãos lutam contra a prática indígena de matar crianças, eles não estão querendo acabar com a cultura dos índios, mas redimi-la dos traços que o pecado deixou nela. Eles estão lutando contra o mundo. Quando cristãos criticam Darwin, não estão necessariamente deixando de reconhecer sua contribuição para nosso conhecimento dos processos naturais, mas estão se posicionando contra a filosofia naturalista que controlou seu pensamento. Quando torcem o nariz para Jacques Derrida, não estão negando sua correta percepção das ambigüidades na linguagem, mas sua conclusão de que não existe sentido num texto. Gosto de Jorge Amado mas abomino seu gosto pela pornografia,
Por ignorarem ou desprezarem a presença contaminadora do mundo na cultura é que alguns evangélicos identificam a cultura como a expressão mais pura e autêntica da humanidade. Assim, atenuam – e até negam – a diferença entre graça comum e graça salvadora, entre revelação natural e revelação especial. Evangelizar não é mais chamar as pessoas ao arrependimento de seus pecados – refletidos inclusive em suas produções culturais, poéticas, artísticas e musicais – mas em afirmar a cultura dos povos em todos os seus aspectos. O Reino de Deus é identificado com a cultura. Não há espaço para transformação, redenção, mudança e transformação – fazê-lo seria mexer com a identidade cultural dos povos, a sua maneira de ser e existir, algo que com certeza deixaria antropólogos de cabelo em pé.
A contextualização sempre foi um desafio para os missionários e teólogos cristãos. De que maneira apresentar e viver o Evangelho em diferentes culturas? Pessoalmente, acredito que há princípios universais que transcendem as culturas. Eles são verdadeiros em qualquer lugar e em qualquer época. Adultério, por exemplo, é sempre adultério. Pregar o Evangelho numa cultura onde o adultério é visto como normal significa identificá-lo como pecado e lutar contra ele, buscando redimir os adúlteros e adúlteras e restaurar os padrões bíblicos do casamento e da família. Enfim, redimir e transformar a cultura, fazê-la refletir os princípios do Reino de Deus.
Nem sempre isto é fácil e possível de se fazer rapidamente. Missionários às tribos africanas onde a poligamia é vista como normal que o digam. O caminho possível tem sido tolerar a poligamia dos primeiros convertidos, para não causar um problema social grave com a despedida das esposas. Mas a segunda geração já é ensinada o padrão bíblico da monogamia.
É preciso reconhecer que nem sempre os cristãos conseguiram perceber a distinção entre mundo e cultura. Historicamente, grupos cristãos têm sido contra a ciência, a arte, a música e a literatura em geral, sem fazer qualquer distinção. Todavia, estes grupos fundamentalistas não representam a postura cristã para com a cultura e nem refletem o ensino bíblico quanto ao assunto. Os reformados, em particular, caracteristicamente sempre se mostraram sensíveis às artes e viam nelas uma manifestação da graça comum de Deus à humanidade. Apreciavam a pintura, a música, a poesia e a literatura. Entre eles, temos os puritanos. Cabe aqui a descrição que C. S. Lewis fez deles:
Devemos imaginar estes puritanos como o extremo oposto daqueles que se dizem puritanos hoje. Imaginemo-los jovens, intensamente fortes, intelectuais, progressistas, muito atuais. Eles não eram avessos a bebidas com álcool; mesmo à cerveja, mas os bispos eram a sua aversão. Puritanos fumavam (na época não sabiam dos efeitos danosos do fumo), bebiam (com moderação), caçavam, praticavam esportes, usavam roupas coloridas, faziam amor com suas esposas, tudo isto para a glória de Deus, o qual os colocou em posição de liberdade. (…) [Os puritanos eram] jovens, vorazes, intelectuais progressistas, muito elegantes e atualizados … [e] … não havia animosidade entre os puritanos e humanistas. Eles eram freqüentemente as mesmas pessoas, e quase sempre o mesmo tipo de pessoa: os jovens no movimento, os impacientes progressistas exigindo uma “limpeza purificadora”.[1]
O grande desafio que Jesus e os apóstolos deixaram para os cristãos foi exatamente este, de estar no mundo, ser enviado ao mundo, mas não ser dele (Jo 17:14-18). Implica em não se conformar com o presente século, mas renovar-se diariamente (Rm 12:1-3), de não ir embora amando o presente século, como Demas (2Tm 4:10). É ser sal e luz.
Para os que deixam de levar em conta a presença da corrupção humana na cultura, os poetas, músicos, artistas e cientistas se tornam em sacerdotes, a produção deles em sacramento e costurar e tecer em evangelização.
NOTA
[1] Citado por Douglas Wilson em “O Puritano Liberado,” Jornal Os Puritanos 5/1 (1997) e por L. Ryken, Santos no Mundo, pp. 19, 177.

***
Postado originalmente no O Tempora, O Mores, um dos blogs mais relevantes de teologia reformada.

Retirado do: http://www.pulpitocristao.com/2011/02/quando-cultura-vira-evangelho.html

Redemption – Johnny Cash

fevereiro 18, 2011

Lá vai uma linda canção do Johnny Cash, sobre a grande misericórdia de Deus para conosco, que nos redime de todo pecado!!

Redemption                                               

Redenção

From the hands it came down

From the side it came down

From the feet it came down

And ran to the ground

Between heaven and hell

A teardrop fell

In the deep crimson dew

The tree of life grew

Desceu das suas mãos,

Desceu do seu lado,

Desceu do seus pés

E correu até o chão 

Entre o céu e o inferno

Uma lágrima caiu

Na escura névoa

A árvore da vida cresceu

 

And the blood gave life

To the branches of the tree

And the blood was the price

That set the captives free

And the numbers that came

Through the fire and the flood

Clung to the tree

And were redeemed by the blood

E o sangue deu vida

Aos ramos da árvore

E o sangue era o preço

Para libertar os cativos

E os muitos que vieram

Através do fogo e da enchente

Se agarraram à árvore

E foram redimidos pelo sangue

 

From the tree streamed a light

That started the fight

‘Round the tree grew a vine

On whose fruit I could dine

My old friend Lucifer came

Fought to keep me in chains

But I saw through the tricks Of six-sixty-six

Da árvore, brilhou uma luz

Que inicou a luta 

Ao redor da árvore, cresceu uma videira

De cujos frutos eu poderia comer

Meu velho amigo Lúcifer veio,

Lutou para me manter nas cadeias

Mas discerni os truques de 666

   

 

And the blood gave life

To the branches of the tree

And the blood was the price

That set the captives free

And the numbers that came

Through the fire and the flood

Clung to the tree

And were redeemed by the blood

 

E o sangue deu vida

Aos ramos da árvore

E o sangue era o preço 

Para libertar os cativos

E os muitos que vieram

Através do fogo e da enchente

Se agarram à árvore

E foram redimidos pelo sangue

 

From his hands it came down

From his side it came down

From his feet it came down

And ran to the ground

And a small inner voice

Said “You do have a choice.”

The vine engrafted me

And I clung to the tree

Desceu de suas mãos

Desceu do seu lado

Desceu de seus pés

E correu até o chão

E uma pequena voz interior

Disse “Você tem uma escolha a fazer.”

A videira me fortificou

E eu me agarrei à árvore



O Tom…

julho 20, 2010

Achei um video muito antigo e muito interessante…

Acredito que é bem tranquilo de captar a mensagem, espero que gostem. xD

Larry Norman foram um dos caras que revolucionaram o rock’n roll. ^^

Always – Switchfoot

abril 19, 2010

Esta musica juntamente com este clip me marcou esta semana…

Always da banda Switchfoot:

This is the start, Este é o começo,
This is your heart, Este é seu coração,
This is the day you were born. Este é o dia que você nasceu.
This is the sun, Este é o sol,
These are your lungs, Estes são seus pulmões,
This is the day you were born. Este é o dia que você nasceu.
   
And I am always yours. E eu sou Sempre Teu.
 
These are the scars, Essas são as cicatrizes,
Deep in your heart, Profundas no seu coração,
This is the place you were born. Este é o lugar que você nasceu.
This is the hole, Este é o buraco,
Where most of your soul, Onde a maior parte da sua alma,
Comes ripping out, Esteve dilacerando,
From the places you’ve been torn. Dos lugares que você esteve rasgando.
 
And it is always yours. E eu sou Sempre Teu.
But I am always yours. Mas eu sou Sempre Teu.
 
Hallelujah! Aleluia!
I’m caving in. Eu estou cedendo.
Hallelujah! Aleluia!
I’m in love again. Eu estou em amor de novo.
Hallelujah! Aleluia!
I’m a wretched man. Eu sou um homem miserável.
Hallelujah! Aleluia!
Every breath is a second chance. Cada respiração é uma segunda chance.
 
And it is always yours. E eu sou Sempre Teu.
And I am always yours. E eu sou Sempre Teu.
 

  Deus abençoe a tds vcs e de uma semana abençoada!!

Lugar só teu Wagner e Fabiane

abril 15, 2010

Integração: Igreja-Sociedade

março 22, 2010

Será mesmo que festa é do diabo? Será que não é a mentira? Será que não é a distorção?

Temos que usar a cultura brasileira pra alcançar os brasileiros para Cristo!!!

Vamos nos INTEGRAR na sociedade, sem perder a nossa santidade!!!